Alergias respiratórias x vida moderna: como poluição, telas e rotina urbana afetam nariz, garganta e ouvidos
As alergias respiratórias estão cada vez mais comuns, especialmente nos grandes centros urbanos. Fatores ligados à vida moderna, como poluição do ar, uso excessivo de telas e uma rotina acelerada, têm impacto direto na saúde do nariz, da garganta e dos ouvidos. Entender essa relação ajuda a prevenir crises e melhorar a qualidade de vida.
Poluição do ar e alergias respiratórias
A poluição atmosférica é um dos principais gatilhos das alergias respiratórias. Partículas finas, fumaça e gases irritantes entram pelas vias aéreas, causando inflamação da mucosa nasal e da garganta. Esse processo favorece quadros como rinite alérgica, sinusite e tosse crônica.
Além disso, a exposição constante à poluição pode tornar as vias respiratórias mais sensíveis, aumentando a frequência e a intensidade das crises alérgicas.
Uso excessivo de telas e seus efeitos indiretos
Embora não cause alergia diretamente, o uso prolongado de celulares, computadores e tablets contribui para hábitos que afetam o sistema respiratório. Ambientes fechados, pouco ventilados e com ar-condicionado favorecem o acúmulo de ácaros, poeira e mofo — agentes comuns das alergias.
O tempo excessivo em frente às telas também está associado à redução da hidratação e à respiração bucal, o que pode causar ressecamento da garganta, irritação nasal e desconforto nos ouvidos.
Rotina urbana e impacto no nariz, garganta e ouvidos
A vida urbana impõe uma rotina intensa, com estresse, pouco sono e alimentação irregular. Esses fatores podem enfraquecer o sistema imunológico, tornando o organismo mais suscetível a alergias respiratórias.
Além disso, mudanças bruscas de temperatura, comuns em ambientes climatizados, irritam as vias aéreas e podem agravar sintomas como congestão nasal, dor de garganta e sensação de ouvido tampado.
Principais sintomas que merecem atenção
Os sintomas das alergias respiratórias podem variar, mas os mais comuns incluem:
- Espirros frequentes
- Nariz entupido ou escorrendo
- Coceira no nariz, garganta ou ouvidos
- Tosse seca
- Sensação de ouvido tampado
Quando persistentes, esses sinais impactam o sono, o rendimento no trabalho e o bem-estar geral.
Quando procurar um otorrinolaringologista?
A avaliação com um otorrinolaringologista é fundamental quando os sintomas são frequentes, intensos ou não melhoram com medidas simples. O especialista pode identificar os fatores desencadeantes, indicar exames e orientar o tratamento mais adequado, prevenindo complicações como sinusites recorrentes e infecções de ouvido.
22 de Janeiro de 2026
